Pela manhã, após o café meio fraco do Hostel, segui com o casal Daniel e Debora, ele é o dorminhoco e ela é a moça que saiu do banheiro... Meu primeiro passeio foi no Chateou de Versalhes, um lindo palácio onde morou Luís XV e Maria Antonieta, fora isso, conheci o belo Jardim, e a casa de Antonieta, detalhe a Maria Antonieta tinha uma casa a parte do palácio, será por que? No meio do passeio eu fiquei para trás, já que eu fiz questão de ver tudo no detalhe...
Notei ao percorrer os salões que vez em quando rolava uma orgias, festas depravadas, incentivadas pelo Rei...
Nesse dia eu andei tanto que abriu um calo no meu pé, ao sair peguei um ônibus e depois outro ônibus, até que pedi ajuda a duas policiais, mas cagaram pra mim, um senhor viu que eu estava perdido, e me orientou até o metrô, quando estava caminhando eis que encontro os cariocas, voilá merci!!!
Seguimos para o metrô onde eu desci na estação e eles seguiram já no fim da tarde até outro monumento.
Parei no Carrefour, comprei coisas básicas, band aid, agua, frutas, biscoito, sanduiche.
Ao chegar, acessei a internet, falei com a família e comi, subi e dormi.
Sobrevoando Paris
Aeroporto de Paris
Sejam Bem Vindos a Paris!!!
CHEGANDO DE MADRUGADA NO HOSTEL, TAVA PERDIDINHO!!!
Tentando chegar no Palácio de Versalhes
As Pontes são atrativos a parte...
A Ponte Alexandre III é uma ponte que atravessa o rio Sena em Paris. Faz parte do conjunto arquitetônico formado pelo Grand Palais e Petit Palais, limita-se ao norte pela avenida Champs-Élysées e é por vezes considerada uma das mais emblemáticas pontes de Paris. Foi construída entre 1896 e 1900.
A ponte é decorada com querubim, ninfas e cavalos alados nas extremidades. Foi nomeada após a aliança Franco-Russa feita pelo czar Alexandre III em 1892. Seu filho Nicolau II lançou a pedra fundamental em Outubro de 1896.
Rio Sena
Grand Palais
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Grand Palais des Beaux-Arts (também chamado de Grand Palais des Champs - Elysées e popularmente conhecido apenas como Grand Palais) é um edifício singular da cidade de Paris situado no 8º arrondissement. Localiza-se na Avenue Winston Churchill, nas proximidades dos Campos Elísios. Faz parte integrante do conjunto arquitectónico formado pelo Petit Palais e Ponte Alexandre III.
O Grand Palais começou a ser construído em 1897 para albergar a Exposição Universal de 1900, celebrada entre 15 de Abril e 12 de Novembro daquele ano, envolvendo um complexo processo de gestação no qual participaram vários arquitectos,[1] no mesmo lugar onde se situava o Palais de l'Industrie, realizado para a Exposição Universal de 1855.
Champs-Élysées
A Avenue des Champs-Élysées (AFI: [avəny de ʃɑ̃z‿elize]
pronúncia ajuda · ficheiro · ouvir, em português: Avenida Campos Elísios) é uma prestigiada avenida de Paris, na França. Com os seus cinemas, cafés, lojas de especialidades luxuosas e árvores de castanheiros-da-índia, a Avenue des Champs-Élysées é uma das mais famosas ruas do mundo e com aluguéis que chegam a € 1,1 milhão (USD 1,5 milhão) por ano, por 92,9 metros quadrados de espaço, ela continua a ser a segunda avenida mais cara em imóveis em toda a Europa, tendo sido recentemente (em 2010) ultrapassada pela Bond Street, em Londres.[1] [2] [3] O nome em francês Campos Elísios, faz referência ao paraíso dos mortos na mitologia grega, ao contrário do Tártaro.
A Avenue des Champs-Élysées é conhecida na França como La plus belle avenue du monde ("A avenida mais bela do mundo ").[4] A chegada de lojas de redes globais nos últimos anos tem mudado notavelmente o seu caráter e, em um primeiro esforço para conter essas mudanças, a cidade de Paris (que tem chamado esta tendência de "banalização") decidiu, em 2007, proibir a multinacional sueca H&M de abrir uma loja na avenida.[3] Em 2008, porém, a cadeia de vestuário estadunidense Abercrombie & Fitch conseguiu abrir uma loja.
Praça da Concórdia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Praça da Concórdia (em francês, Place de la Concorde) situa-se ao pé da Avenida dos Campos Elísios (Champs-Élysées), no VIII arrondissement de Paris, na França. É a segunda maior praça da França (a primeira é a Praça dos Quinconces, em Bordéus). Desta forma, é a maior praça da capital francesa, uma das mais famosas e palco de importantes acontecimentos da história da França.
Em 30 de maio de 1770, a praça é palco de um acontecimento dramático: no momento em que um espetáculo de fogos de artifício acontecia, em honra do casamento do delfim com a arquiduquesa Maria Antonieta da Áustria, 133 pessoas são mortas pisoteadas e sufocadas quando o pânico toma conta da praça, provocado por um incêndio desencadeado pela queda de um foguete.
Em 6 de outubro de 1789, a família real, trazida de Versailles para Paris pelo povo, faz sua entrada no Palácio das Tulherias atravessando a Praça Luís XV.
Em 11 de agosto de 1792, já com o rei deposto, a estátua de Luís XV é arremessada de seu pedestal. A praça é então rebatizada Praça da Revolução.
A praça torna-se então o grande teatro sanguinário da Revolução, com a instalação da guilhotina. Ela é instalada aí, porém provisóriamente, em outubro de 1792, para a execução de ladrões de jóias da Coroa no Guarde-Meuble. Ela reaparece em 21 de janeiro de 1793 para a execução de Luís XVI ; ela é então instalada a meia distância da base da estátua derrubada de Luís XV e da entrada dos Champs-Élysées. É finalmente em 1 de maio de 1793 que ela fixa sua morada na praça, para ai permanecer até 9 de junho de 1794, e, desta vez, entre o centro da praça e a entrada do jardim das Tulherias. Das 2.498 pessoas guilhotinadas em Paris durante a Revolução, 1.119 o são na Praça da Revolução. Entre elas, ficaram gravados os nomes de Maria Antonieta, Charlotte Corday, Manon Roland, Philippe de Orléans, a Condessa du Barry, Georges-Jacques Danton, Guillaume-Chrétien de Lamoignon de Malesherbes e Antoine Lavoisier. O cadafalso é em seguida transferido para a Place du Trône-Renversé (Praça do Trono Derrubado), atual Place de la Nation e só retorna à Praça da Revolução para a execução de Maximilien de Robespierre e seus amigos (10 thermidor Ano II - 28 de julho de 1794).
Em agosto de 1793, a estátua de Luís XV é substituída por uma efígie de gesso representando a Liberdade coberta por um barrete vermelho e tendo uma enxada na mão direita. Ela será retirada em junho de 1800. Além disso, cavalos ditos de Marly, obra de Guillaume Coustou, são instalados na entrada dos Champs-Elysées em 1795.
Jardim das Tulherias
LOUVRE
Um pouco de História...
Foi na praça da Bastilha, em 14 de julho de 1789, que iniciou-se a tão famosa Revolução Francesa . O que começou com apenas a libertação dos presos da cadeia que se localizava em Bastilha, mudou para sempre a paisagem política francesa e mundial. A partir desse dia o mundo conheceu uma nova forma de fazer política, onde o povo era o responsável direto pelo governo e não uma dezena de monarcas absolutistas.
A Maison Victor Hugo e o Hotel de Sully, na Place des Vosges em Paris
No número 6 da Place des Vosges, se encontra o Hotel Rohan-Guéménée onde viveu o escritor Victor Hugo de 1832 à 1848. Hoje, o local abriga a Maison Victor Hugo, um museu que restitui a vida do grande escritor.
O museu exibe manuscritos e os desenhos e pinturas de Hugo. Há também pinturas e esculturas de outros artistas em homenagem ao escritor, caricaturas e fotos e uma importante biblioteca aberta aos pesquisadores.
Um pouco mais à frente, se encontra a entrada do Centro dos Monumentos Nacionais que fica em um dos mais bonitos prédios da cidade: o Hotel de Sully.
Este belo imóvel data da construção da Place des Vosges. A visita ao interior do prédio não é permitida, mas é possível atravessar seus jardins. São duas entradas: a primeira pelas arcadas da Place des Vosges; a outra pela rue Sainte Antoine (número 62).
O prédio foi propriedade da família Sully até a metade do século XVIII. Na revolução, foi invadido e dividido entre inúmeros inquilinos. Em 1944 foi comprado pelo Estado e pôde reencontrar sua forma incial graças a uma restauração que ficou pronta em 1976.
Hotel de Sully: 62 rue Sainte Antoine | 75004
http://sully.monuments-nationaux.fr
O museu exibe manuscritos e os desenhos e pinturas de Hugo. Há também pinturas e esculturas de outros artistas em homenagem ao escritor, caricaturas e fotos e uma importante biblioteca aberta aos pesquisadores.
Um pouco mais à frente, se encontra a entrada do Centro dos Monumentos Nacionais que fica em um dos mais bonitos prédios da cidade: o Hotel de Sully.
Este belo imóvel data da construção da Place des Vosges. A visita ao interior do prédio não é permitida, mas é possível atravessar seus jardins. São duas entradas: a primeira pelas arcadas da Place des Vosges; a outra pela rue Sainte Antoine (número 62).
O prédio foi propriedade da família Sully até a metade do século XVIII. Na revolução, foi invadido e dividido entre inúmeros inquilinos. Em 1944 foi comprado pelo Estado e pôde reencontrar sua forma incial graças a uma restauração que ficou pronta em 1976.
Hotel de Sully: 62 rue Sainte Antoine | 75004
http://sully.monuments-nationaux.fr
NOTRE DAME
A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Cité em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena.




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